Ago 29 2007
Sobre duas janelas escrevo, escrevo sobre “The General Environment (cont’d)”, escrevo sobre “som”, escrevo…
Escrevo sobre engenharia, escrevo sobre música.
Escrevo de tecnologia sobre tecnologia.
Escrevo sobre duas janelas.
Tentei contar
Tentei cantar
Tentei just
Lalalaia…
Tento estudar, tentei ler,
Deveria estar preocupado, e felizmente sou anormal
Estou numa incompleta janela, quando devia estar
Numa outra já, de todo, completa com fluxogramas, conceitos defeituosos
Não gramo, não gramo, é uma virtude dos anormais,
Não gramo.
Deveria estar na já repleta janela, e não nesta preenchida de botões e massificada por um colossal e virtual céu;
Céu neste que aproveito para escrever, céu este.
Tentei tocar
Também dançar
Assim só para deixar
Quero escrever sobre supérfluas coisas
Não quero vir a sentir o rosto pesado daqui há pouco aquando da releitura desta coisa,
Sim, tudo são coisas, coisas-coiso.
Desde o início estou sorridente, aumentando assim, o contraste entre o céu e a areia
But no stress, do desastre não resultarão vítimas.
Sei que não estou escrever coisa com coisa; algo me diz que a não concordância entre a introdução e o pseudo-desenvolvimento daquilo que me fez vir ao céu, tem-se aumentado.
Tudo isso para dizer, amigos ouçam música.
Ouçam vozes vossas, ouçam os outros, ouçam o silêncio, ouçam tudo e de tudo, mas não me ouçam (narciso em mim mesmo).
Não ouçam algo que nem ao silêncio se compara.
, com esta última ficaram preocupados. Sem motivos.
Continuo a rir, também porque bela duma panela por mim espera.
Não me ouçam
Mas, ouçam de tudo
Não ouçam o nada.







